As rondas são sempre iguais
as rondas surgem nos sonhos
e todas as noites pára no mesmo vidro do mesmo sonho.
Diferentes vestidos
a mesma cara o mesmo toque de nascer.
O barulho de todos aqueles motores
são transformados, isolados no teu respirar.
Não é nada de novo
nada QUE NÃO SAIBA, QUE NÃO CONHEÇA,
MAS TODOS OS DIAS TODOS
PARA. SORRI.IMAGINA.
VAI EMBORA POR TI.
TODOS os domingos
O mundo cheio de tradicionais bolas azuis
é transportado para aquela sala onde toca
o último gesto demasiado nosso.
As árvores oscilam no teu andar deserto de ti
as crianças cantam ecos de infância
e desaparecem
As ruas cheias cruzadas repetidas
vão nascendo com os desejos
e no fim volta, rodopia e começa
junto aquela Old Rome onde os edifícios são antigos
onde os quadros são antigos
e tudo salta, tudo sobe
a água que surgiu foi pelo rebentar do desejo não divulgado.
Todos os salões são voadores
através da estupidez da entrada- saída de um México pedinte e solitário
que olha as faces imóveis e em carne viva do amor
em cada acordar de Domingo de manhã junto a nós
A nós que fomos revelados
através do olhar daquela alta, alta ponte
E uhhh, lembrei-me de sermos animais sem nomes
cheios de imagens
E sempre fomos perfeitos nos encontros.